Um blog de sonhos...

Este é um espaço virtual para pessoas holísticas, visionárias, encantadas, curiosas e sonhadoras que gostam de ' viajar ' em imagem, texto, som, lembrança, fotografia, mensagens, reflexão, informação... Tudo que é lindo e gostoso de sentir! Dar... asas aos encantos interiores... vida aos sonhos... brilho às idéias... cor aos sentimentos... valor ao viver! Lugar de anjos, fadas, gnomos, espíritos... Muito: colorido, borboletas, flores e aromas!
BEM VINDO!!!
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Tarot

O Tarot e as suas origens estão envoltas em mistério e abertas à especulação.  Há quem defenda que as cartas derivam dos livros sagrados do Antigo Egito. Pensa-se, por outro lado, que tenham sido originárias na Índia ou na China e que foram trazidas pelos ciganos para a Europa. Detectam-se no Tarot símbolos que se pensa conterem os segredos do Universo e a chave da natureza humana e influências das religiões Gregas e das filosofias Árabes e Indianas, assim como da Cabala Judaica.
Muitas polêmicas giram em torno da origem do Tarô. Alguns estudiosos acreditam que foi Thot quem introduziu o Tarô no Egito. Os egípcios atribuíram a  Thot a invenção  dos hieróglifos e da linguagem. O Tarô sintetizava princípios e conhecimentos que seriam passados adiante, pois para os antigos egípcios, as letras eram deuses e simbolizavam idéias e os números eram sagrados. Antoine Court de Gebelin,foi o primeiro autor a colocar a interpretação do Tarot como um repositório atemporal de sabedoria esotérica, defende que os símbolos do Tarot derivam das imagens iniciáticas dos sacerdotes Egípcios, cujas figuras eram pintadas em duas fileiras nas paredes das galerias subterrâneas na grande pirâmide Gigé.  Advoga ainda que, provavelmente, teriam vindo para a Europa trazidas através dos ciganos, que as utilizavam para ler a sorte, na sua arte adivinhatória, cujo nome era uma forma alterada da palavra “Egípcios”. No entanto, as cartas de Tarot também poderão ter sido trazidas pelos Cruzados, no regresso da Terra Santa no século XIV. Há quem defenda a teoria de que foram os próprios templários a inventar as cartas do Tarot, uma ordem de cavalaria guerreira e asséptica formada por Cruzados por volta do ano de 1118, sob a chefia de Hugh de Payen.
Eliphas Levi, filósofo e estudioso dos símbolos e padre da Igreja Romana, acredita ser o Tarô um alfabeto sagrado e culto atribuídos aos hebreus. Ele encontrou no Tarô a base das ciências, da vida e da Cabala.  No seu livro “Dogma e Ritual de Alta Magia”, do século XIX, ele divulgou a vinculação entre os Arcanos Maiores e as 22 letras do alfabeto hebraico. Ele teve acesso a manuscritos, de origem desconhecida, que o colocaram em contato com a  tradição gnóstica perdida ou, pelo menos, oculta. Levi percebeu que a Cabala ou Árvore contém 22 caminhos por meio dos quais as “Sphiroths” ou numeração se interligam. Concluiu que as 22 “Sphiroths”, as 22 letras do alfabeto hebraico e as 22 cartas dos Arcanos Maiores representavam uma unidade para a “Grande revelação”
Acredita-se que o primeiro texto publicado oficialmente a respeito das origens do tarot foi o livro “Tarô dos Boêmios” (Paris, 1889) que seguramente é o primeiro na história do tarot a abordar os arcanos, tanto sob a ótica da metafísica cabalística quanto dos jogos adivinhatórios em uma única obra, pois os outros autores de sua época ou se reportavam a um ou a outro aspecto. O livro em questão foi escrito pelo médico espanhol, radicado na França, Gérard Anaclet Vincent Encausse (1865-1917), conhecido como Papus.
O tarô é constituido de 78 arcanos e se encontra dividido em dois grandes grupos:
Os Arcanos Maiores possuem 22 símbolos arquetípicos que revelam os estados latentes das idéias e possibilidades da vida, a saber:

O Mago , A Sacerdotisa,A Imperatriz  ,O Imperador  ,O Papa  ,Os Enamorados  ,O Carro , A Força  , O Eremita  ,  A Roda da Fortuna ,  A Justiça  ,O Enforcado , A Morte , A Temperança, O Diabo,A Torre ,A Estrela  ,A Lua,O Sol  ,O Julgamento  , O Mundo e o arcano Sem Número (também, 22 ou 0) – O Louco

Os Arcanos Menores que expressam os resultados e as formas das idéias, contidos no primeiro conjunto, possui 56 arcanos distribuídos por quatro símbolos básicos: o Naipe de Ouros , o Naipe de Espadas , o Naipe de Copas e o Naipe de Paus . Por sua vez, cada naipe, possui dez arcanos numerados e quatro arcanos com figuras da corte medieval ( Valete , Cavaleiro , Rainha , Rei )

Simbólico Tarot

É do ser humano a necessidade de descobrir o que está oculto , adivinhar , perceber o que se encontra escondido atrás dos nossos medos e esperanças . O tarot é um instrumento nesta busca . Um oráculo de interpretações simbólicas para o conhecimento das energias que trabalham na formação que a vida expressa . Jogar tarot é realizar um diálogo com o inconsciente .
As inúmeras descobertas feitas no último século expandiram as fronteiras científicas , a ciência ( física quântica ) estudou o poder realizador da energia . Os místicos afirmam que tudo é energia ! Algo antes de se materializar , se forma energeticamente . O ser humano forma uma vibração energética por meio de seus pensamentos e crenças , disso surge a teoria do pensamento positivo , mas a verdadeira teoria é a crença positiva , pois nada valeria pensar positivo se a fé não acompanhar a positividade !
O tarot independente de expor uma forma mais simples ou mais sofisticada , sempre expressa as diversas facetas da personalidade humana . É necessário falar que defendo a imparcialidade das cartas de tarot , muitos falam sobre o significado negativo ou positivo de uma carta , na minha concepção , isso é falacioso . O certo é que a carta expõe uma característica livre de julgamentos e a vibração que ela terá se encontra sob a influência da energia pessoal do consulente ( pessoa para qual se lê o tarot ) .
Vamos ao significado dos arcanos maiores de Marselha ( versão clássica do tarot ) ;
* O louco : a oportunidade da nova chance , se lançar no desconhecido .
* O mago : realizar uma nova tarefa , tomar iniciativa , moldar a vida numa nova condição .
* A papisa : se permitir ser guiado , a confiança na intuição .
* A imperatriz : encontrar a vivacidade , se harmonizar com os ciclos naturais da vida .
* O imperador : o poder realizador , a perseverança em realizar os planos .
* O papa : confiança no eu superior , a busca pelo divino , a confiança em Deus se expressa .
* Os enamorados : a escolha realizada pelo coração , assumindo compromissos , se comprometer com o outro .
* O carro : contradições superadas , buscar e alcançar as metas .
* A justiça : responsabilidade por seus atos , colher o que plantou , o que vivencio é eco de meus pensamentos , emoções , ações e crenças.
* O eremita : o recolhimento , encontrar a si próprio , permanecer fiel a si .
* Roda da fortuna : ser conduzido pelo destino , a precisão da realização do destino , cada coisa a seu tempo , o destino se cumpre .
* A força : encarar e bancar o ” leão ” interior , reconhecer a força interna que tanto pode te limitar como te libertar.
* O enforcado : o sacrifício feito em prol das mudanças , rever tudo através de novos olhos .
* A morte : a despedida , se abrir para o novo , deixar para trás o que deixou de fazer sentido .
* A temperança : encontrar o equilíbrio , o meio-termo e a paz interior .
* O diabo : enfrentar os medos , conquistar auto estima , se comprometer com a ambição .
* A torre : ruptura da estrutura atual , mudanças radicais , superar o velho padrão .
* A estrela : a proteção e a fé , novos horizontes que se abrem , a visão de um futuro melhor , confiança .
* A lua : o inconsciente , a ilusão , atravessar o limiar apesar do medo , encontrar o que está por trás dos medos .
* O sol : resolução e realização , fazer as pazes consigo , a espontânea expressão da vida , o lado ensolarado da vida .
* O julgamento : cumprimento do carma , a compensação , o resgate , o que não se contém a uma unica vida .
* O mundo : o sucesso , a conquista , o fechamento bem sucedido de uma situação , a perfeição .

Texto de Laila Lee – blog milagresnaturais.blogspot.com




Poder do Pensamento


Mente, Cérebro, Pensamento


A mente, aparelho psíquico, ou psiquê, se situa no perispírito e é responsável pela gama de fenômenos que atravessa o cérebro a caminho do Espírito. Ela, a mente, não é uma criação arbitrária da evolução, mas um mecanismo de captação e atuação de que se serve o Espírito e que foi deliberadamente constituída para servir a seus propósitos.

A psiquê é um enigma, um mistério tanto quanto a própria Natureza. Temos apenas uma pálida e imperfeita ideia do que ela é.

Podemos perceber que o cérebro, como qualquer máquina, obedece a um programa pré-definido. Sua deficiência, por uma disfunção, não impede o ato de pensar, visto que este surge na intimidade do Espírito e se irradia através das propriedades do perispírito. O cérebro não gera pensamento, tanto quanto não é responsável pelos fenômenos sutis da mente. Esta, tanto quanto o pensamento, é anterior a ele e em nada dele depende.

Embora alguns problemas psicológicos possam indiretamente decorrer de disfunções cerebrais, visto que o ser em evolução nem sempre sabe lidar com obstáculos, impressionando-se com eles, as anomalias ou transtornos psíquicos decorrem de deficiências estruturais na mente.

A profusão de pensamentos que ocorrem na mente humana sempre esteve presente em sua evolução e se constitui aquisição importante discernir a procedência deles. A construção do ego decorre também da necessidade de organizar os pensamentos que surgem do inconsciente, da influência de entidades desencarnadas, dos fenômenos telepáticos, bem como dos que, pelo ato da vontade, se formam na consciência. O pensamento parece, às vezes, ocorrer como uma fala dentro do cérebro, porém ele é uma emanação ou expressão do Espírito, o qual, utilizando-se da sutil energia do perispírito, faz surgir.

Para que o pensamento se desenvolva e forme uma idéia é preciso que ocorram algumas operações básicas, nas quais interferem os afetos, o desejo e a vontade. As operações básicas são: o conceito, o juízo e o raciocínio. O conceito é a expressão dos elementos gerais dos objetos e fenômenos e decorrem sempre da generalização. O juízo ocorre quando estabelecemos uma relação entre dois ou mais conceitos. E o raciocínio decorre da relação entre juízos. Essas operações ocorrem no perispírito e não dependem das estruturas cerebrais, salvo quando estamos encarnados e desejamos expressá-las.

Ele é uma espécie de voz interior que constantemente nos obriga a conectá-lo a algo consciente. Torna-se difícil não pensar, salvo se o Espírito utilizar-se de outra forma de expressão para manifestar a Vontade Divina.

Em termos materiais o pensamento é uma onda de frequência altíssima que impressiona a matéria de forma sutil, mas consistente a tal ponto de movê-la.

O pensamento é uma emanação coercitiva, isto é, obrigatória enquanto tivermos um corpo, seja este carnal ou perispiritual. Sua matéria prima é a energia sutil do Universo. Seu fluxo é determinado pelo impulso criativo do Espírito. Sua construção é de responsabilidade do Espírito. Seus elementos e símbolos de ligação são encontrados na consciência e no inconsciente.

O ego, enquanto função, parece ser o filtro de um feixe luminoso proveniente do Espírito que, constantemente apontando para a vida externa, perpassa por entre as redes de conexões emocionais existentes na zona inconsciente.

Esse filtro tem funções de alcance interno, dentro de limites estabelecidos pela evolução do Espírito. A lembrança é uma ação na qual o filtro estará conectando-se a conteúdos internos, resultantes das experiências havidas e arquivadas no perispírito e na consciência, assim como a conteúdos externos, os quais ainda estejam no córtex. Ele também estará permeável à força de algum conteúdo inconsciente com o qual se conectou, oriundo de influência espiritual.

O pensar, isto é, o organizar o pensamento em torno de uma idéia diretora é um dialogar consigo mesmo. Isso se dá através da comparação que fazemos com algo conhecido. O “penso, logo existo” decorre da necessidade da existência de um interlocutor interno para que o ego se sinta referenciado.

Os “biochips”, aos quais me referi lá atrás, poderão servir futuramente à armazenagem de processos informacionais úteis e que talvez possam vir a alcançar a mente.

O corpo não parece ter sido construído para abrigar um ser espiritual. O cérebro não contempla mecanismos com os quais o Espírito possa manifestar suas potencialidades. A máquina orgânica foi concebida e está sendo estruturada para a vida na matéria, a fim de fazer face aos desafios das condições externas.

Tudo no organismo humano, em particular no cérebro, gira em torno da vida material e de atender a respostas a estímulos oriundos dela. O cérebro foi concebido para regular o corpo a fim de que ele se adapte aos embates físicos. É quimera querer, através dele, explicar o Espírito. Ele é mero reflexo imperfeito e pobre do corpo espiritual. Seu funcionamento e sua estrutura não correspondem nem ao seu molde perispiritual, que dirá ao Espírito.

Creio que o Espírito, ao utilizar-se do corpo, deve se assemelhar a algum adulto que, desejando se deslocar de uma cidade a outra distante, só dispõe de um pequeno velocípede infantil. A limitação é o desafio a ser vencido pelo Espírito, visto que, caso nascesse perfeito, não valeria a pena existir.

Estudar o cérebro é dever da ciência e ele deve ser cada vez mais conhecido a fim de que possa ser utilizado todo o potencial que o corpo pode oferecer ao Espírito para seu aprendizado.

É equívoco pensar que se possa alcançar o Espírito tendo-se mapeado o cérebro e após a descoberta de todas as funções que ele desempenha. Não há região no corpo onde se possa limitar o Espírito ou mesmo o perispírito.

Notamos que há uma certa confusão entre o que é a mente e seus atributos e o que é o Espírito. Os processos mentais ou psicológicos estão presentes tanto nos encarnados quanto nos desencarnados. As percepções extra-sensoriais não são reveladoras ou provas da existência do Espírito, mas tão somente uma demonstração de propriedades psíquicas pertencentes ao perispírito. No perispírito, quer ligado ao corpo físico ou não, há estruturas que permitem o pensar, o sentir, o memorizar, bem como todas as funções que atribuímos ao cérebro além de outras por hora desconhecidas.

A mente não parece “tocar” o cérebro, mas justapor-se a ele sofrendo-lhe e provocando-lhe influência como um imã o faz quando se depara com um objeto metálico suscetível ao alcance de seu campo. A ligação entre o perispírito e o corpo físico, através de conexões sutis na base do cérebro, percebida por videntes, estabelece uma íntima união entre os dois corpos. Essas conexões são de natureza energética e se enraízam na estrutura molecular, porém de forma não impregnante.

Do livro "Psicologia do Espírito", de Adenáuer Novaes.





Afinidade e Sintonia - O PODER DO PENSAMENTO


Afinidade e Sintonia

“A ciência do invisível há de sempre ultrapassar os métodos humanos.”
Léon Denis

Afinidade, segundo o Dicionário Aurélio, significa: relação, semelhança. Semelhança entre duas espécies; conformidade, identidade, igualdade. Afinidade de gostos. Coincidência de gostos ou de sentimentos. Afinidade espiritual.

Sabemos que tudo no Universo é força, é luz, é atração. Tudo vibra e é vida na infinitude cósmica. Vibrações atraem vibrações similares, aproximando as almas por meio do pensamento e dos sentimentos que irradiam.

Nossos desejos, nossos ideais exteriorizam-se em nossas vibrações atraindo, naturalmente, os que cultivam os mesmos valores.

Para entendermos mais claramente essa questão de vibrações, lembremos com Leon Denis que:

“[...] exatamente como os sons e a luz, os sentimentos e os pensamentos se exprimem por vibrações que se propagam pelo espaço com intensidades diferentes. As vibrações de cérebros pensantes, de homens ou de Espíritos se cruzam e entrecruzam ao infinito, sem jamais se confundirem. Em torno de nós, por toda parte, na atmosfera, rolam e passam como torrentes incessantes, fluxos de ideias, ondas de pensamentos.”

Afinidade é tudo isso e está sempre presente em nossa vida. Quanta afinidade somos capazes de encontrar? Não se trata, porém, de quantidades, mas de qualidade. Qualquer um de nós pode compreender, bem profundamente, o que significa essa coincidência de gostos ou de sentimentos.

Afinidade pode ser algo muito prazeroso, pois ao encontrarmos pessoas que pensam de acordo como pensamos, que apreciam as mesmas coisas que nós apreciamos naturalmente nos sentimos próximos e, por consequência, procuramos manter essa convivência. Essa identificação nos fortalece, traz-nos a sensação de que não estamos sós em nossas preferências e pontos de vista.

A afinidade, em âmbito geral, amplia-se infinitamente, quando se trata de uma condição ou estado intimo, de uma busca espiritual que transcende a forma e expressa uma vontade, um ideal de conexão com o Amor presente em cada ser e em todo o Universo. É assim que passamos a cultivar uma indignação com aqueles que igualmente têm o mesmo desejo. Não importa, pois, quaisquer diferenças de raça, de distancia geográfica ou de cultura, o que importa é que nós buscamos o mesmo objetivo, que anelamos a mesma coisa.

Isto nos remete agora à questão da sintonia.

Sintonizar, segundo o Dicionário Aurélio, é ajustar um aparelho de rádio ao comprimento da onda transmitida pela estação emissora. Harmonizar-se, afinar-se.

Nossa mente – já mencionamos linhas atrás – é como se fosse uma estação de rádio, transmissora e receptora. Diz-se que há sintonia quando uma onda encontra ressonância em um campo vibratório equivalente, sendo captada por um receptor na mesma frequência (faixa) vibratória.

Há sintonia quando há afinidade. Isto vale tanto para as coisas positivas quanto para as negativas, superiores e inferiores, moralmente falando. Preferências geram sintonia.

Os que desejam a mesma coisa, os que cultivam emoções semelhantes entram em sintonia mental, porque se afinam.

Pessoas promovem reuniões, fundam agremiações, clubes, e até religiões para favorecer a aproximação daqueles que cultivam as mesmas ideias, preferências e crenças; interesses comuns nos aproximam.

A Mentora Espiritual Joanna de Angelis leciona muito profundamente a respeito do tema. Vamos conferir:

“As leis de afinidade ou de sintonia, que vigem em toda parte, respondem pela ordem e pelo equilíbrio universal [...]. Transferidas para a ordem moral, as leis de afinidade promovem os acontecimentos vinculando os indivíduos, uns aos outros, de forma que o intercambio seja automático, natural.

Mentes especializadas mais facilmente se buscam em razão do entendimento e interesse que os dominam na mesma faixa de necessidade. Há uma inevitável atração entre personalidades de gostos e objetivos semelhantes, como repulsa em meio àqueles que transitam em faixas de valores que se opõem.

Na área psíquica o fenômeno é idêntico. Cada mente se irradia em campo próprio, identificando-se com aquelas que ai se expandem.”

Uma pergunta, a essa altura, é perfeitamente cabível. Em termos práticos, como funciona essa questão de sintonia e das relações mentais em nossa vida?

Quem vai responder e explicar é o escritor José Marques Mesquita:

“A energia que flui da mente de uma pessoa transporta consigo as suas disposições intimas e as imagens emitidas por sua mente. Por meio desse fluxo de energia é que ela estabelece com outras mentes, encarnadas ou desencarnadas, com as quais se afine, uma ligação através da qual as mentes refletem entre si sua mutua influencia, nisso consiste as relações mentais da pessoa com outras mentes [...]

O nosso modo de ser e de sentir exprime as características da nossa personalidade, as quais se refletem nas ondas mentais que nos são peculiares, ondas essas por meio das quais atuamos sobre outras pessoas que, mentalmente dotadas das mesmas condições vibratórias (sintonia), também atuam sobre nós, segundo o grau de receptividade estabelecido na permuta de influencias. Essa receptividade guarda relação com o grau de afinidade mental entre as pessoas.”

Em nossos dias observamos que há procura intensa, e frequente de um contingente cada vez maior de pessoas, que anseiam por um mundo melhor e, logicamente, por mudanças significativas na compreensão do sentido da vida. Respira-se uma atmosfera de mudança para algo mais transcendente, uma forma de espiritualização que sobrepuje a predominância, essa espécie de jugo das coisas materiais, de tudo o que pertence ao domínio do corpo e do campo físico.

O ser humano sente que é maior que isto.

A ilusão do corpo aos poucos se desvanece, à medida que o individuo reflete na sua própria condição de imortalidade.

O poder da Atração, essa Lei que impera em todo o Universo, interliga todos os que anseiam pela liberdade de pensamento, todos os que desejam empreender o voo de libertação das formas transitórias e impermanentes para a decisiva sintonia com a Espiritualidade, com os Espíritos de Luz, com Deus, afinal.

Para isso não é necessário uma santificação e que a criatura se afaste do mundo. Importa viver no mundo sem se deixar aprisionar pelas coisas do mundo, sabendo-as provisórias e passageiras.

Trata-se de uma visão de mundo, de nova perspectiva, que proporciona um crescimento interior inigualável. Essa mudança estrutural de pensamento irá se refletir no corpo físico, gerando estados saudáveis, porque evidencia a prevalência de pensamentos positivos atraindo ondas de energia saudável e benéfica.

Muito sabiamente, escreve Gabriel Delanne:

“A Ciência ensina-nos que os nossos sentidos apenas nos fazem conhecer ínfima parte da natureza, porem que, alem e aquém dos limites impostos ás nossas sensações, existem vibrações sutis, em número infinito, que constituem modos de existência de que não podemos formar ideia, por falta de palavras para exprimi-la.”


Do livro “Mentes Interconectadas e a Lei de Atração”, de Suely Caldas Schubert.



GLÂNDULA PINEAL





A glândula Pineal é aproximadamente do tamanho de uma ervilha, estando situada no centro do cérebro em uma pequena concavidade atrás e acima da glândula pituitária, a qual se localiza um pouco atrás da base da raiz do nariz. A Pineal está localizada diretamente atrás dos olhos, conectada ao terceiro ventrículo. A verdadeira função dessa glândula misteriosa tem sido observada há longa data por filósofos e místicos. Freqüentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”. Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec? Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão 3D.

 O que é a glândula píneal, onde está localizada e qual a sua função no organismo?
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: “Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?” Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

(psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretor presidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.)


PRECE



Ò Bom Jesus, Bom Pai, fonte de todo poder, toda sabedoria, de todo amor; Espírito Supremo, cujo nome é Luz, nós te oferecemos nossos louvores e nossas aspirações.

Que eles subam a ti como o perfume das flores, como os odores inebriantes dos bosques sobem para o céu.

Ajuda-nos a avançar na senda sagrada do conhecimento para uma compreensão mais alta de tuas leis, a fim de que se desenvolva em nós mais simpatia, mais amor pela grande família humana: porque nós sabemos que pelo nosso aperfeiçoamento moral, pela realização, pela aplicação ativa em torno de nós e em proveito de todos da caridade e da bondade, aproximar-nos-emos de ti, mereceremos conhecer-te melhor e comungar mais intimamente na grande harmonia dos seres e das coisas.

Ajuda-nos a nos desprender da vida material, a compreender, a sentir o que é a vida superior, a vida infinita. Dissipa a obscuridade que nos envolve, depõe em nossa alma uma centelha desse fogo divino que aquece e abrasa os espíritos das esferas celestes.

Que a tua doce luz e com ela os sentimentos de caridade e de paz se derramem sobre todos os seres.

Assim seja. 


Fonte: "A Prece Segundo O Espiritismo" De Geraldo Serrano 




DEUS NA VISÃO ESPÍRITA




Em nosso relacionamento com Deus, julgamos que haveremos de encontrá-lo nos templos religiosos. Mas, se Deus é espírito, Ele está em todos os lugares, dentro e fora dos templos. E agradá-Lo, não é freqüentar templos religiosos, em dias e horas certas, ou então, utilizando práticas exteriores, e esquecer o fundamental, que é o combate às nossas imperfeições, no esforço de renovação íntima que marca a verdadeira religiosidade. Temos que ser verdadeiros (diante dos ensinamentos evangélicos) em todos os lugares, dentro e fora dos templos, no lar, no trabalho, na rua, no trânsito, etc . . .  Nos templos buscamos o entendimento e o fortalecimento para enfrentarmos os problemas, as dores, as aflições que apareçam em nossas vidas.


O QUE É REIKI?

Reiki é um conjunto de palavras japonesas que significam "passagem livre de energia universal de força vital". REI - significa passagem livre. KI - significa energia de força vital. Reiki não tem nenhum caráter religioso, é uma prática espiritual esotérica desenvolvida em 1922 pelo japonês Mikao Usui que é baseada na canalização da energia universal (rei) através da imposição de mãos com o objetivo de restabelecer o equilíbrio energético vital de quem a recebe e, assim, restaurar o estado de equilíbrio natural (seja ele emocional, físico ou espiritual); podendo eliminar doenças e promover saúde.

O QUE É PASSE ESPÍRITA?

O Passe Espírita, ou Fluidoterapia, como é também conhecido, é uma transfusão de uma certa quantidade de energias fluídicas vitais (psíquicas) ou espirituais, utilizando-se a imposição das mãos, com o propósito de atuar em nível perispiritual, usada e ensinada por Jesus, como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do Cristianismo Primitivo. Há pessoas (médiuns passistas) que tem uma capacidade maior de absorção e armazenamento dessas energias que emanam do Fluido Cósmico Universal e da própria intimidade do Espírito. Tal capacidade as coloca em condições de transmitirem essas energias a outras criaturas que eventualmente estejam necessitando. A aglutinação dessa força se faz automaticamente e também, atendendo ao apelo do médium passista (prece) que então municiado dessa carga, transmite de suas mãos. O passe ocorre, geralmente, nos Centros Espíritas, e no caso da pessoa não poder se locomover até uma casa espírita, o passista poderá ir até o necessitado. Normalmente é ministrado na pessoa sentada, mas quando esta está acamada, num hospital, por exemplo, pode aplicar na pessoa deitada. A prática do passe é totalmente gratuita porque seguimos a recomendação do Cristo: “Dai de graça o que de graça recebeste.” Devemos ajudar todos de igual maneira, mas, principalmente os que não podem pagar. E acreditamos que a cura só é possível com a permissão divina. André Luiz em Opinião Espírita, cap. 55 explica que: “(...) Os Centros Espíritas precisam, ao lado do passe, propiciar os meios para que frequentadores conheçam a doutrina e se exercitem num trabalho íntimo de evangelização, para a conquista da saúde definitiva.” Porque com a cura física, muitas pessoas se atiram de novo ao desregramento, voltando a se prejudicarem. Mas quem aprende que precisa se aprimorar espiritualmente na prática do Bem e nisso se empenha, quer alcance ou não a cura do corpo, encontrará o caminho para a cura verdadeira e duradoura, a manutenção do equilíbrio em seu espírito imortal. Portanto, empenhemo-nos em curar males físicos, se possível. Mas lembremos, porém, que o Espiritismo ajuda na “cura das moléstias morais”, a grande causadora das doenças.

OBSESSORES ATACAM UMA CASA ESPÍRITA?

Bem mais que imaginamos. Vejamos um trecho do livro “Aconteceu na Casa Espírita”, onde obsessores combinam atacar uma casa espírita: “(...) trabalhemos silenciosamente, ocultamente, no campo dos sentimentos, sugerindo pensamentos, estimulando as irritações, o ciúme, a fofoca, a indignação, os melindres, a disputa de cargos, funções, tarefas etc. Temos aí, um vasto campo de atuação junto às inferioridades humanas. Aproveitaremos as brechas deixadas por muitos trabalhadores. Engraçado é que eles, os encarnados, dizem que, de tempos em tempos, nós, os chamados obsessores, promovemos ondas de influenciação negativa, retirando os “anjinhos” do caminho do bem. Eles é que, de tempos em tempos, abrem brechas, nós apenas aproveitamos os deslizes e descuidos dos “ilustres seguidores de Jesus”. A propósito, esse é o único modo de penetrarmos na instituição, a única forma de não sermos barrados pelas correntes protetoras, pois que os mensageiros do bem não podem violar o livre-arbítrio dos adeptos do Cristo. Os espíritos do mais alto sempre dizem que do mal tiram o bem, que nossa entrada é permitida porque servirá de teste para muitos dos freqüentadores e trabalhadores da Casa. Contudo, enquanto elas, as entidades evoluídas, aguardam a aprovação dos seus pupilos, no campo das provas, nós apostamos na reprovação dos tutelados. Temos de valorizar o momento, pois as dificuldades econômicas, sociais e políticas do país estão a nosso favor; muitos envolvidos com os problemas materiais, esquecem de se vigiar, cultivando o pessimismo, a irritação, os palavrões etc., entrando naturalmente em nossa faixa vibratória, autorizando-nos o processo de influenciação; e na maioria das vezes para nossa satisfação, nem se lembram da oração, que poderia nos afastar completamente, rompendo os nossos propósitos (...)”Aqui, lembramos a recomendação do Cristo, quando disse: “Orai e Vigiai”. Aqueles que guardam os ensinos de Jesus apenas nos lábios, os que trabalham por vaidade pura, os invejosos, melindrosos que não desejam se fortalecer cairão nas teias dos malvados invasores, porque vibram na mesma sintonia dos inimigos da verdade. No mesmo livro citado, há conselhos dos bons espíritos aos dirigentes de uma casa espírita. Vejamos: “(...) Certamente, compreendes que o fato de assumires uma função de direção não te coloca acima dos tarefeiros menores, sabes que não és melhor que ninguém, entendes a necessidade de te esforçares no caminho do próprio progresso como todos nós. Assim, não esperes privilégios, pelo contrário, será exigido mais de ti, porque, estando à frente de tarefa tão importante, é natural que suponhamos estejas te empenhando mais do que os outros na busca de tua própria reforma íntima. Não ignoras o próprio passado; sabes que estás neste cargo para recompor com o bem e a fraternidade os desvios materiais e espirituais que proporcionaste aos irmãos em humanidade. Todos trazemos débitos a saldar junto às leis divinas. Inúmeras ocorrências te solicitam decisão rápida, várias reclamações pedindo correção, trabalhadores rompendo normas, ciúme, etc., naturais . . .Entretanto, paciência! O exemplo tem de ser de cima para baixo. Terás de ser espelho que refletirá a compreensão, tolerância e fraternidade. Terás de vencer com o próprio esforço, conduzindo com o próprio exemplo os tarefeiros do bem, evitando sempre a proliferação das fofocas, que são fatais em casos de ataques espirituais. Uma das armas que os inimigos da paz certamente utilizarão, serão modismos. Haverão de explorar todos os tipos de crenças populares, agitando ondas de “novidades doutrinárias”. E se porventura “doutores” em Espiritismo te solicitarem alterações drásticas, propondo implantações de novas idéias, acolhe-os com simpatia, respeitando-lhes o modo de pensar, esclarecendo-os quanto possível, sem contudo incorporar, nas atividades desta Casa, o que não esteja em absoluto acordo com as obras básicas (...)”Segundo Suely Caldas Schubert, no livro “Dimensões Espirituais do Centro Espírita”: “uma das estratégias dos obsessores é “TORCER A VERDADE. Afirmam que está errado justamente o que está certo, com a finalidade de levantar dúvidas.”O que lemos aqui não é novidade para nós espíritas. Não precisamos de livros especializados mostrando as novas estratégias de ataque dos obsessores. O mais importante é sabermos o que os atrai e quem tem o poder de afastá-los somos nós, trabalhadores e freqüentadores de uma casa espírita. Sabemos que somos espíritos falhos, mas em aprendizado. Por isso, a necessidade da constante busca da Verdade para nos livrarmos, aos poucos, de sentimentos que derivam do orgulho e do egoísmo como disputas, intrigas, vaidade, melindres, imposições, fascínio por novidades doutrinárias e modismos que atraem curiosos encarnados e desencarnados, que poderão desfazer grupos, afastar trabalhadores sérios, fechar casas espíritas e descaracterizar o Espiritismo. Principalmente neste momento em que estamos em evidência pelos meios de comunicação. ( Compilação de Rudymara do Grupo de Estudo Allan Kardec )